Sabe-se que o ambiente externo envia sinais químicos aos genes através das emoções de uma determinada experiência.
Então, se as nossas experiências não mudarem, os sinais químicos que são enviados para os genes não mudam. Não há informação nova proveniente do mundo exterior a chegar ás células.
O mundo quântico afirma que podemos enviar emocionalmente sinais para o corpo e começarmos a alterar uma cadeia de acontecimentos genéticos sem termos primeiro qualquer experiência física real correlacionada com essa emoção. Não temos de ser promovidos, ganhar a lotaria ou o nosso clube ganhar antes de experimentarmos as emoções desses acontecimentos.
Podemos criar uma emoção só com o pensamento. Podemos sentir felicidade ou gratidão antes do ambiente, a um tal ponto que o corpo começa a acreditar que já está nesse acontecimento. Consequentemente podemos enviar sinais aos nossos genes para produzirem novas proteínas, de forma a alterar o nosso corpo e pô-lo à frente do ambiente presente.
No Japão foram realizados estudos no sentido de se descobrir que efeitos teriam os estados mentais de uma pessoa sobre uma doença. Os participantes, eram dois grupos de pessoas que padeciam da diabetes tipo II, TODOS DEPENDENTES DE INSULINA. Foi medido o nível de açúcar no sangue em jejum a ambos os grupos para criar um valor de referência.
Depois, um dos grupos foi ver um espectáculo de comédia de uma hora, enquanto o outro grupo foi ver uma palestra enfadonha. A seguir, todos os participantes tomaram uma refeição deliciosa, após a qual lhes foram novamente medidos os níveis de glucose no sangue.
Havia uma discrepância significativa entre os indivíduos do 1º e do 2º grupo. Em média, os que assistiram á palestra, registaram um aumento nos níveis de açúcar no sangue de 123 ml/dl, um valor suficientemente elevado que os obrigou a tomar a insulina para não entrarem na zona de perigo.
No grupo da comédia, os valores de açúcar no sangue após a refeição subiram cerca de metade do grupo anterior, ficando ligeiramente acima dos valores normais.
Mas a experiência foi mais longe. Eles examinaram a sequência genética dos indivíduos e descobriram que esses diabéticos tinham alterado 23 expressões genéticas diferentes unicamente através do riso suscitado pela comédia.
O seu estado mental elevado aparentemente fez o cérebro enviar novos sinais ás células, ligando essas variações genéticas que permitiram ao corpo começar naturalmente a regular os genes responsáveis pelo processamento de açúcar no sangue.
As nossas emoções podem ligar ou desligar algumas sequências genéticas, como ficou claramente demonstrado neste estudo.
Ao alterarmos os circuitos do nosso cérebro, pensando de novas maneiras, e ao abraçarmos novas emoções de um acontecimento antes da sua manifestação física, é possível modificarmos geneticamente o nosso corpo.
Espero que tenham gostado da abordagem do tema, fruto de alguma investigação e leitura de Joe Dispenza. Obrigado.






