quinta-feira, 29 de setembro de 2016

GENES (parte II)!




Sabe-se que o ambiente externo envia sinais químicos aos genes através das emoções de uma determinada experiência.
Então, se as nossas experiências não mudarem, os sinais químicos que são enviados para os genes não mudam. Não há informação nova proveniente do mundo exterior a chegar ás células.

O mundo quântico afirma que podemos enviar emocionalmente sinais para o corpo e começarmos a alterar uma cadeia de acontecimentos genéticos sem termos primeiro qualquer experiência física real correlacionada com essa emoção. Não temos de ser promovidos, ganhar a lotaria ou o nosso clube ganhar  antes de experimentarmos as emoções desses acontecimentos.

Podemos criar uma emoção só com o pensamento. Podemos sentir felicidade ou gratidão  antes do ambiente, a um tal ponto  que o corpo começa a acreditar que já está nesse acontecimento. Consequentemente podemos enviar  sinais aos nossos genes para produzirem novas proteínas, de forma a alterar o nosso corpo  e pô-lo à frente do ambiente presente.

No Japão foram realizados estudos no sentido de se descobrir que efeitos teriam os estados mentais de uma pessoa sobre uma doença. Os participantes, eram dois grupos de pessoas que padeciam da diabetes tipo II, TODOS DEPENDENTES DE INSULINA. Foi medido o nível de açúcar no sangue em jejum a ambos os grupos para criar um valor de referência.

Depois, um dos grupos foi ver um espectáculo de comédia de uma hora, enquanto o outro grupo foi ver uma palestra enfadonha. A seguir, todos os participantes tomaram uma refeição deliciosa, após a qual lhes foram novamente medidos os níveis de glucose no sangue.

Havia uma discrepância significativa entre os indivíduos do 1º e do 2º grupo. Em média, os que assistiram á palestra, registaram um aumento nos níveis de açúcar no sangue de 123 ml/dl, um valor suficientemente elevado que os obrigou a tomar a insulina para não entrarem na zona de perigo.

No grupo da comédia, os valores de açúcar no sangue  após a refeição subiram cerca de metade do grupo anterior, ficando ligeiramente acima dos valores normais.
Mas a experiência foi mais longe. Eles examinaram a sequência genética dos indivíduos e descobriram que esses diabéticos tinham alterado 23 expressões genéticas diferentes unicamente através do riso suscitado pela comédia.

O seu estado mental elevado aparentemente fez o cérebro enviar novos sinais ás células, ligando essas variações genéticas que permitiram ao corpo começar naturalmente a regular os genes responsáveis pelo processamento de açúcar no sangue. 

As nossas emoções podem ligar ou desligar algumas sequências genéticas, como ficou claramente demonstrado neste estudo.
Ao alterarmos os circuitos do nosso cérebro, pensando de novas maneiras, e ao abraçarmos novas emoções de um acontecimento antes da sua manifestação física, é possível modificarmos geneticamente o nosso corpo.

Espero que tenham gostado da abordagem do tema, fruto de alguma investigação e leitura de Joe Dispenza. Obrigado.



terça-feira, 20 de setembro de 2016

GENES (part I)


As nossas células fabricam determinadas proteínas 
que são os pilares  de construção da vida.
O nosso corpo é uma fábrica de proteínas. 
A maioria dos órgãos produz proteínas,
 o que acontece através dos genes. 
Expressamos determinados genes através  
de certas células, que produzem proteínas especificas.

A maioria dos organismos adapta-se ás condições do
 seu meio ambiente através de  modificações genéticas 
graduais. Uma vez que os organismos registam todas 
as experiências, nas suas ligações cerebrais e emoções 
corporais, eles sofrem alterações com o tempo. 

Se os leões caçam presas que são mais rápidas do 
que eles, ao envolverem-se activamente nas mesmas 
actividades durante gerações consecutivas, elas
 acabam por desenvolver pernas mais compridas, 
dentes mais afiados ou corações maiores.

Todas as alterações são o resultado dos genes 
a produzirem proteínas que modificam o corpo 
para que se adapte ao seu ambiente.
Por exemplo: numerosas espécies de animais 
desenvolveram a capacidade de se camuflarem. 
O camaleão é provavelmente o maior <<camuflado>>
 e deve a sua capacidade de mudar de cor à expressão 
genética das proteínas. Nestes processos, os genes 
codificam as condições do mundo exterior.

 É a EVOLUÇÃO.

Os nossos genes são tão mutáveis como o nosso cérebro. 
Os últimos estudos demonstram que diferentes genes 
são activados em diferentes momentos.
Há genes que dependem da experiência, sendo activados 
sempre que há crescimento, cura ou aprendizagem. 
E há genes que dependem do estado comportamental, 
sendo influenciados por momentos de stress, do 
estímulo emocional ou pelo sonho.

Uma das áreas de investigação mais activas hoje em dia,
 é o estudo de como o ambiente controla a actividade 
genética. 

Chama-se a ""EPIGENÉTICA"".

Este contraria o modelo genético convencional, 
que afirma que o ADN  controla toda a vida e que 
a expressão genética ocorria no interior da célula.
Esta velha perspectiva condenava-nos a um futuro 
previsível em que o nosso destino  era refém da 
nossa herança genética, e toda a vida celular estava 
pré-determinada, à semelhança do <<fantasma da máquina>>.

Na realidade os genes não se ligam ou desligam. 
Eles são activados por sinais químicos e expressam-se 
de maneiras especificas através da produção de várias proteínas. 
Por exemplo: Optando por estilos de vida mais saudáveis  em 
relação à alimentação e ao nível de stress, enviamos novos sinais 
ás células, e elas expressão novas proteínas sem alterarem 
a impressão digital genética. 

Por isso, embora o código de 
ADN se mantenha inalterado, quando uma célula é activada
 de uma nova maneira por uma nova informação, essa célula 
pode criar milhares de variações do mesmo gene. 
Podemos enviar sinais aos nossos genes para
 eles rescreverem o nosso futuro.

PS - No próximo artigo, voltaremos a este tema. Obrigado.


quinta-feira, 8 de setembro de 2016

O MITO GENÉTICO!

- Já sabemos que é fundamental superarmos os pensamentos e sentimentos recorrentes que o corpo memoriza, se quisermos acabar com o hábito de sermos os mesmos de sempre.

- O outro aspecto fundamental para acabar com esse hábito, prende-se com a nossa condição física. E as questões de saúde estão certamente na frente do que a maioria de nós quer mudar na vida.

- Há no entanto um conjunto de dogmas sobre a nossa saúde que temos de dissipar:
<<O mito de que os genes criam doenças e a falácia do determinismo genético>>.

- Gostava de referir ainda o "Epigenética", que é uma nova perspectiva científica que estuda as alterações da função genética, que ocorrem sem haver alterações na sequência do ADN.



- Tal como conseguimos criar novas experiências para nós próprios, também conseguimos controlar uma parte muito importante da nossa vida, aquilo que vulgarmente consideramos o nosso destino genético.

- Saber alguma coisa sobre os seus genes e o que os leva ou não a exprimirem-se, é importante para compreendermos porque motivo temos que mudar a partir do nosso interior.

- Antes pensava-se que os nossos genes eram responsáveis pela maior parte das doenças. Hoje a comunidade cientifica reconhece informalmente que estava enganada e anuncia que o ambiente, ao activar e desactivar determinados genes, é o principal factor causal das doenças.

- Hoje sabe-se que, 95% das doenças estão relacionadas com o estilo de vida, o stress crónico e factores tóxicos do ambiente.

- Contudo, os factores do ambiente exterior são apenas um parte da questão. O que explica que duas pessoas possam ser expostas ás mesmas condições  ambientais tóxicas, mas só uma delas fique doente?

- É certo que o ambiente exterior influência o nosso ambiente interior. Conseguiremos, porém, ao alterarmos o nosso estado de ser interior, ultrapassar os efeitos de um ambiente gerador de stress ou tóxico para que determinados genes não sejam activados?

- Podemos não conseguir controlar todas as condições do nosso ambiente exterior, mas é certo que temos uma palavra a dizer  no que toca ao controlo do nosso ambiente interior.



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

AS EMOÇÕES!

As emoções são o produto de experiências passadas na nossa vida. 

 - Quando experiêncíamos algo, o nosso cérebro vai receber informações
vitais do ambiente exterior e criam uma rede de neurónios organizada
 num determinado padrão, reflectindo o acontecimento externo.
Quando esse processo fica concluído, o cérebro liberta certas
substâncias químicas a que se dá o nome de "emoção" ou "sentimento".


- Quando conseguimos identificar o que, no mundo exterior,
causou essa emoção ou sentimento, esse acontecimento
chama-se "memória". Em termos neurológicos e químicos,
codificamos essa informação ambiental no cérebro e no corpo.
Assim conseguimos recordar melhor  as experiências por que nos
lembramos de como nos sentimos quando elas aconteceram.


- Estas lembranças alteram o nosso estado interior.
E se se mantiverem estas lembranças por anos e anos, então
estará constantemente a enviar sinais químicos ao corpo,
que ele associa ao passado.


- Este facto, enganará o corpo e fá-lo crer que continua no passado,
 fazendo-o revivê-lo.
Assim, pode dizer-se que o corpo se torna uma memória do passado,
ficando preso a ele.
Por isso é que, a maioria de nós, vive no passado e resiste
a viver num futuro novo. O corpo está tão habituado a memorizar
os registos químicos das nossas experiências passadas, que fica
focado nessas emoções. Ou seja, ficamos viciados nesses sentimentos.


-Assim, quando queremos olhar para o futuro e sonhar com
novas perspectivas e horizontes audazes na nossa realidade
não muito distante, o corpo, resiste à súbita mudança de direcção.
Concretizar essa viragem é o grande desafio da mudança pessoal.
Os sentimentos e emoções não são uma coisa má.

As emoções são o produto da experiência

 - Mas se revivermos sempre os mesmos,
não conseguimos abraçar novas experiências.
Todos conhecemos alguém que está constantemente 
a falar sobre o seu passado. Na realidade, o que a pessoa
está a dizer é - não há nada de novo na minha vida,
por isso, tenho que me evidenciar com algum momento 
de glória do passado.
Nestes casos, estamos simplesmente a andar em círculos.





OS POLITICOS DA NOSSA PRAÇA!

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