- Se alguma coisa lhe trás felicidade, então tem mesmo de a fazer.
- A maioria de nós está viciada nos problemas e nas condições da sua vida que lhe provocam stress.
-Quer tenhamos um mau emprego ou uma má relação, agarramos-nos aos nossos problemas porque eles ajudam-nos a reforçar a ideia de que somos alguém e alimentam a nossa dependência das emoções de baixa frequência.
- O pior de tudo é vivermos com medo de não sabermos o que pensar ou o que sentir nem de podermos experimentar a descarga de energia que nos recorda quem somos, caso esses problemas desapareçam.
- Para a maioria de nós, Deus nos livre de não sermos alguém.
- E como saberíamos quem somos se não fosse o nosso ambiente, o nosso corpo e o tempo? É por isso que somos tão dependentes do nosso exterior. Limitamos-nos a usar os nossos sentimentos para definir e cultivar emoções, de modo a podermos receber o retorno fisiológico que reafirma as nossas próprias dependências pessoais. Fazemos tudo isso para nos sentirmos humanos.
- Esquecer a pessoa que somos, os problemas que temos, os objectos que possuímos e os lugares aonde vamos, perder a noção do tempo , ir para além do corpo e da necessidade de satisfazer o hábito, abdicar do pico de experiências emocionalmente familiares que reafirmam a identidade, desprender-nos da tentativa de prever uma situação futura ou reviver uma memória passada, liberta-nos do ego egoísta que se preocupa com as suas próprias necessidades, sonhar ou pensar mais alto do que o que sentimos e desejar o desconhecido, eis como começamos a libertar-nos da vida que actualmente levamos.
- A nossa atenção está onde aplicamos a nossa energia. Se queremos utilizar a energia para potenciarmos a nossa vida, teremos de examinar o que já criamos. É então que começamos a conhecer-nos a nós próprios. Olhamos para as nossas convicções acerca da vida, de nós próprios e dos outro.
- Somos o que somos, somos onde estamos, e somos quem somos, por causa do que acreditamos sobre nós próprios.
- As nossas convicções são os pensamentos que continuamos a aceitar, consciente ou inconscientemente, como a lei que rege a nossa vida.
- Tenhamos ou não consciência deles, continuam a afectar a nossa vida.
- Então se desejamos realmente uma nova realidade pessoal, comecemos por observar todos os aspectos da nossa actual personalidade. Uma vez que funcionam sobretudo abaixo do nível de percepção consciente, muito à semelhança de programas de computadores automáticos, temos de mergulhar dentro de nós e olhar para esses elementos de que, provavelmente nunca nos tenhamos dado conta.
- Uma vez que a nossa personalidade inclui o que pensamos, como nos comportamos, e como nos sentimos, temos de prestar atenção aos nossos pensamentos inconscientes, os comportamentos reflexivos, e ás realizações emocionais automáticas. Faça-o.Observe-os. Determine se são verdadeiros e decida se quer continuar a fomentá-los.
- Se gostou, então não se esqueça de deixar um "like" em baixo. A sucessocomfernando fica muito grata.
Desejamos-lhe os maiores sucessos.
Obrigado.
- A maioria de nós está viciada nos problemas e nas condições da sua vida que lhe provocam stress.
-Quer tenhamos um mau emprego ou uma má relação, agarramos-nos aos nossos problemas porque eles ajudam-nos a reforçar a ideia de que somos alguém e alimentam a nossa dependência das emoções de baixa frequência.
- O pior de tudo é vivermos com medo de não sabermos o que pensar ou o que sentir nem de podermos experimentar a descarga de energia que nos recorda quem somos, caso esses problemas desapareçam.
- Para a maioria de nós, Deus nos livre de não sermos alguém.
- E como saberíamos quem somos se não fosse o nosso ambiente, o nosso corpo e o tempo? É por isso que somos tão dependentes do nosso exterior. Limitamos-nos a usar os nossos sentimentos para definir e cultivar emoções, de modo a podermos receber o retorno fisiológico que reafirma as nossas próprias dependências pessoais. Fazemos tudo isso para nos sentirmos humanos.
- Esquecer a pessoa que somos, os problemas que temos, os objectos que possuímos e os lugares aonde vamos, perder a noção do tempo , ir para além do corpo e da necessidade de satisfazer o hábito, abdicar do pico de experiências emocionalmente familiares que reafirmam a identidade, desprender-nos da tentativa de prever uma situação futura ou reviver uma memória passada, liberta-nos do ego egoísta que se preocupa com as suas próprias necessidades, sonhar ou pensar mais alto do que o que sentimos e desejar o desconhecido, eis como começamos a libertar-nos da vida que actualmente levamos.
- A nossa atenção está onde aplicamos a nossa energia. Se queremos utilizar a energia para potenciarmos a nossa vida, teremos de examinar o que já criamos. É então que começamos a conhecer-nos a nós próprios. Olhamos para as nossas convicções acerca da vida, de nós próprios e dos outro.
- Somos o que somos, somos onde estamos, e somos quem somos, por causa do que acreditamos sobre nós próprios.
- As nossas convicções são os pensamentos que continuamos a aceitar, consciente ou inconscientemente, como a lei que rege a nossa vida.
- Tenhamos ou não consciência deles, continuam a afectar a nossa vida.
- Então se desejamos realmente uma nova realidade pessoal, comecemos por observar todos os aspectos da nossa actual personalidade. Uma vez que funcionam sobretudo abaixo do nível de percepção consciente, muito à semelhança de programas de computadores automáticos, temos de mergulhar dentro de nós e olhar para esses elementos de que, provavelmente nunca nos tenhamos dado conta.
- Uma vez que a nossa personalidade inclui o que pensamos, como nos comportamos, e como nos sentimos, temos de prestar atenção aos nossos pensamentos inconscientes, os comportamentos reflexivos, e ás realizações emocionais automáticas. Faça-o.Observe-os. Determine se são verdadeiros e decida se quer continuar a fomentá-los.
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Desejamos-lhe os maiores sucessos.
Obrigado.





