quinta-feira, 27 de setembro de 2018

FELICIDADE!

- Se alguma coisa lhe trás felicidade, então tem mesmo de a fazer.
 - A maioria de nós está viciada nos problemas  e nas condições da sua vida que lhe provocam stress.

-Quer tenhamos um mau emprego ou uma má relação, agarramos-nos aos nossos problemas porque eles ajudam-nos  a reforçar a ideia  de que somos alguém e alimentam a nossa dependência das emoções de baixa frequência. 

- O pior de tudo é vivermos com medo de não sabermos o que pensar ou o que sentir nem de podermos experimentar a descarga de energia que nos recorda quem somos, caso esses problemas desapareçam.

- Para a maioria de nós, Deus nos livre de não sermos alguém.
 - E como saberíamos quem somos se não fosse o nosso ambiente, o nosso corpo e o tempo? É por isso que somos tão dependentes do nosso exterior. Limitamos-nos a usar os nossos sentimentos para definir e cultivar emoções, de modo a podermos receber o retorno fisiológico que reafirma as nossas próprias dependências pessoais. Fazemos tudo isso para nos sentirmos humanos.



 - Esquecer a pessoa que somos, os problemas que temos, os objectos que possuímos e os lugares aonde vamos, perder a noção do tempo , ir para além do corpo e da necessidade de satisfazer o hábito, abdicar do pico  de experiências emocionalmente familiares que reafirmam a identidade, desprender-nos  da tentativa de prever uma situação futura ou reviver uma memória passada, liberta-nos do ego egoísta que se preocupa com as suas próprias necessidades, sonhar ou  pensar mais alto do que o que sentimos e desejar o desconhecido, eis como começamos a libertar-nos da vida que actualmente levamos.

 - A nossa atenção está onde aplicamos a nossa energia. Se queremos utilizar a energia para potenciarmos a nossa vida, teremos de examinar o que já criamos. É então que começamos a conhecer-nos a nós próprios. Olhamos para as nossas convicções acerca da vida, de nós próprios e dos outro.
 - Somos o que somos, somos onde estamos, e somos quem somos, por causa do que acreditamos sobre nós próprios.

 - As nossas convicções são os pensamentos que continuamos a aceitar, consciente ou inconscientemente, como a lei que rege a nossa vida.
 - Tenhamos ou não consciência deles, continuam a afectar a nossa vida.
 - Então se desejamos realmente uma nova realidade pessoal, comecemos por observar todos os aspectos da nossa actual personalidade. Uma vez que funcionam sobretudo abaixo do nível de percepção consciente, muito à semelhança de programas de  computadores automáticos, temos de mergulhar dentro de nós e olhar para esses elementos de que, provavelmente nunca nos tenhamos dado conta.


 - Uma vez que a nossa personalidade inclui o que pensamos, como nos comportamos, e como nos sentimos, temos de prestar atenção aos nossos pensamentos inconscientes, os comportamentos reflexivos, e ás realizações emocionais automáticas. Faça-o.Observe-os. Determine se são verdadeiros  e decida se quer continuar a fomentá-los.

 - Se gostou, então não se esqueça de deixar um "like" em baixo. A sucessocomfernando fica muito grata.
Desejamos-lhe os maiores sucessos.



Obrigado.

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